segunda-feira, 27 de outubro de 2008

meu crime

hoje olhei-me no espelho e me vi velho e fraco

com peso do tempo em minhas costas

a solidão entrou em meu quarto

dizendo-me hoje serás julgado

pelo teus atos perante a mim


sem perceber todos os meus sentimentos se voltaram contra mim

a solidão veio me perguntar por que do seu lado eu queria ficar

o ódio me intimou dizendo-me o amor

e o amor tímido e cauteloso deu-me um beijo no rosto

a solidão dizendo venha comigo para não mais chora

a ódio gritando mate o amor e vá se liberta

e o amor sempre humilde apenas a mi admirar


o amor em fim falou mate me agora e também morrera
deixe seu sentimentos lhe dominar e mostre quão tolo você e
siga-me e feliz será

a solidão a me chamar o ódio a me perturbar e o amor a me abraçar

não vim quando aconteceu

o ódio sorrio a solidão venceu o amor morreu não sei ao certo como o matei mas sei

que julgado não mais serei ...

soneto do adeus

se um dia meu coração se arrebentar-se
se um dia minha lágrimas secassem
eu saberei q nesse dia eu matei todos os meus sentimentos

andaria na companhia da morte
frio e sem vida apenas com a solidão como amiga
não tendo mais ninguém a quem recorre
chamei a morte para me socorre

tornei-me seu filho,seu servo,seu escravo
dei minha vida entronca de seus falsos abraços
deixando no leve cansaço de minha alma

adormeci para não mais acordar
dei minha vida entronca do teu falso amar
iludi minha alma para poder me matar

deixo esse pobre corpo para poder te alcançar

e somente possa me deitar e meu corpo deixo nesse altar

domingo, 26 de outubro de 2008

doce soneto


na calada da noite me ponho a pensar
nesse coração ingrato q só me faz chorar
ontem ao me deitar lembrei de você
dos tristes momentos que não consigo esquecer

na calada da noite a morte veio me perturbar
dizendo venha comigo para não mais chorar
sinceramente não sei o q fazer
mas tenho certeza q você só me fez sofrer

decidi seguir a vida,mas fiz a morte minha preferida
onde a luz do sol não possa me alcançar
la deixarei meu corpo repousar

deixo a vida como quem deixa o tédio o abandono
e o sofrimento
deixo a vida como quem deixa um doce lamento
e minha ultimas palavras são adeus amor meu
autor: plácido costa arouxa júnior
anjo_seleste

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

sofrimento



de que te vale coraçao ingratro,
se te prendes a meu peito,
me fazendo chorar sozinho no meu quarto.

de que te vale coraçao,
se te consome sozinho,
como um leve soneto mortal.
acalma minha mente adormeçe meu corpo e mata minha alma.

arranca-te do meu peito e deixa-me em paz
ou congela-te de tal forma que o fogo da paixao
nao possa te alcançar.
autor: placido costa arouxa junior
anjo_seleste