sábado, 22 de novembro de 2008

meu niver


tenho minha mente
as lembranças da minha vida
hoje faço 19 anos de amor e de agonia
não recebi presentes em troca
a morte me fez seu pretendente
não quero festa quero gloria
quero apenas a solidão e a minha sorte
não vi meu pai me abraçar
com tudo minha vida não vai acabar
tenho apenas 19 anos de dor e historias
mas desejo apenas a morte para fazer minha gloria
hoje não vi um amigo me abraçar
mas a morte essa sim perto de mim cada vez mais esta
e esse mundo logo irei deixar

caminhos


como um destino pré-meditado

meu fim esta selado

sem nem saber porque vi você desaparecer

se entregou a outros braços

fazendo meu coração em pedaços

e como um um filme em minha mente reprisado


prometi para mim que não seria assim

que dessa vez não iria te um fim

mas como sempre estou aqui

no chão jogado com o coração amargurado

mas ainda não entendi

por que desapareceu se meu coração era só teu

não entendo o que eu fiz

mas já não importa

se queres me deixar seja feliz

meus sentimentos


porque me negas amor meu

se sabes que meu coração e só teu

se foste a primeira a me amar

se e somente em ti que esta o meu pensar



por que negas amor a quem te ama

por ventura não serei eu digno do teu amor

assim como o sol ilumina a flor

preciso de ti para provar de meu amor



deixa-me provar o que sinto por ti

dai-me uma chance para te fazer feliz

pois meu coração e teu

somente teu

não me renegues amor meu
autor plácido costa arouxa júnior
anjo_seleste


ilusao


olhe nos meus olhos e diga-me a verdade

você me ama ou será falsidade

tenho por ti um sentimento profundo

mas não o trocarei por um sentimento vagabundo


seguirei esse amor onde que que ele vá

enfrentado obstáculos para te encontrar

mas,não posso me entregar a quem não me engana


então diga a verdade diga-me você me ama?

se o que sentes não for amor

peço que me deixe aqui


será escura e vazia a vida sem ti

mas amo-te de mais para prender-te a mim

porem em todo caso a dor de sua partida e demais para mim


vá e entregue tua vida a sorte

pois com a minha vida abraçarei a morte.


autor plácido costa arouxa júnior

anjo_seleste

OKAASAM


você entrou em minha vida

como a quente luz do sol no fim de um inverno

você trouxe esperança a este espírito solitário


você aqueceu-me com teus abraços

renovando as forças desse poeta cansado

e deu-me um novo propósito pra viver

você marcou minha vida de ti não vou esquecer


pois com estas singelas palavras venho lhe dizer


okaasam amo você !!!

autor placido costa arouxa junior

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

obrigado minha tia

hoje lembrei das coisas q me fizeram feliz e lembrei de ti
que foi um anjo me minha vida
minha protetora
minha estrela guia

minha tia querida

lembro-me do quanto fui feliz
ao teu lado pois você foi a luz no fim do túnel
a única esperança q me fez continuar nesse mundo
notou em mim a verdade q ninguém viu
conheceu meus erros e mesmo assim me aceitou

por tudo eu lhe agradeço
por te me ensinado o que e amor!!!!!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

meu crime

hoje olhei-me no espelho e me vi velho e fraco

com peso do tempo em minhas costas

a solidão entrou em meu quarto

dizendo-me hoje serás julgado

pelo teus atos perante a mim


sem perceber todos os meus sentimentos se voltaram contra mim

a solidão veio me perguntar por que do seu lado eu queria ficar

o ódio me intimou dizendo-me o amor

e o amor tímido e cauteloso deu-me um beijo no rosto

a solidão dizendo venha comigo para não mais chora

a ódio gritando mate o amor e vá se liberta

e o amor sempre humilde apenas a mi admirar


o amor em fim falou mate me agora e também morrera
deixe seu sentimentos lhe dominar e mostre quão tolo você e
siga-me e feliz será

a solidão a me chamar o ódio a me perturbar e o amor a me abraçar

não vim quando aconteceu

o ódio sorrio a solidão venceu o amor morreu não sei ao certo como o matei mas sei

que julgado não mais serei ...

soneto do adeus

se um dia meu coração se arrebentar-se
se um dia minha lágrimas secassem
eu saberei q nesse dia eu matei todos os meus sentimentos

andaria na companhia da morte
frio e sem vida apenas com a solidão como amiga
não tendo mais ninguém a quem recorre
chamei a morte para me socorre

tornei-me seu filho,seu servo,seu escravo
dei minha vida entronca de seus falsos abraços
deixando no leve cansaço de minha alma

adormeci para não mais acordar
dei minha vida entronca do teu falso amar
iludi minha alma para poder me matar

deixo esse pobre corpo para poder te alcançar

e somente possa me deitar e meu corpo deixo nesse altar

domingo, 26 de outubro de 2008

doce soneto


na calada da noite me ponho a pensar
nesse coração ingrato q só me faz chorar
ontem ao me deitar lembrei de você
dos tristes momentos que não consigo esquecer

na calada da noite a morte veio me perturbar
dizendo venha comigo para não mais chorar
sinceramente não sei o q fazer
mas tenho certeza q você só me fez sofrer

decidi seguir a vida,mas fiz a morte minha preferida
onde a luz do sol não possa me alcançar
la deixarei meu corpo repousar

deixo a vida como quem deixa o tédio o abandono
e o sofrimento
deixo a vida como quem deixa um doce lamento
e minha ultimas palavras são adeus amor meu
autor: plácido costa arouxa júnior
anjo_seleste

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

sofrimento



de que te vale coraçao ingratro,
se te prendes a meu peito,
me fazendo chorar sozinho no meu quarto.

de que te vale coraçao,
se te consome sozinho,
como um leve soneto mortal.
acalma minha mente adormeçe meu corpo e mata minha alma.

arranca-te do meu peito e deixa-me em paz
ou congela-te de tal forma que o fogo da paixao
nao possa te alcançar.
autor: placido costa arouxa junior
anjo_seleste